Achei fantástica a experiência de alguns amigos de classe que se dispuseram a realizar um trabalho de antropologia num baile da terceira idade em Vitória! Eles compareceram duas tardes seguidas na associação dos idosos da cidade.
Como eles mesmos relataram, não foi muito difícil ganhar a confiança dos animados senhores e senhoras que passavam o tempo jogando cartas, damas e principalmente dançando seresta e forró.
Esses meus amigos fizeram uma sala inteira de alunos de comunicação acreditarem que envelhecer pode ser muito divertido. O que mais chamou a atenção da galera foi o fato de que os idosos não perdem o ritmo da paquera nesses bailes. E não pensem que é paquera à moda antiga porque não é não! Eles usam até mesmo o termo “ficante” e conquistam seus pares com uns bons passos de dança e conversinha na beirada do ouvido.

Tá aí uma iniciativa para a qual eu bato palmas. Todo jovem deveria passar por uma experiência parecida na vida, seja com idosos, seja com crianças, seja com qualquer “tribo”.
A Jacy, a Carol e o Ítalo, mostraram que os mais preconceituosos somos nós, que nos prendemos aos estereótipos.
Afinal de contas, ser jovem é conhecer o mundo.
Sente a animação:
verdade!!
mto divertido saber sobre esses idosos, que encaram a vida de uma forma fora do comum!!
e eu adorei a fotinho dos vóvis apaixonados!
huahuahua
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