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 O que mais aflige o jovem hoje em dia, senão a sua inserção no mercado de trabalho?

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Katy Figueiredo tem 30 anos (com carinha de 15), nasceu em Vitória e viveu sua infância em Jardim da Penha. Cresceu em uma família tranqüila, com mais dois irmãos e pais carinhosos. Participou por muitos anos de grupos de jovens da Igreja Católica e por conta disso teve boas experiências com liderança. Formou-se em Farmácia e Bioquímica na Ufes, passou por momentos de muita incerteza depois de formada quanto à sua profissão e hoje dá aulas de Química para Ensino Médio em escolas estaduais da Grande Vitória. É uma pessoa sensível e exigente e sempre se preocupou em construir bons relacionamentos com as pessoas.

 

Achei interessante entrevistá-la para saber de uma forma mais particular como é, pelo menos para uma parcela de jovens que vivem situações semelhantes à dela, encarar o mercado de trabalho, com todas as suas aflições, medos, esperanças e insatisfações.

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Katy, conte-nos um pouquinho como foram as suas experiências de trabalho durante a faculdade?

No terceiro ano de faculdade tive a experiência de dar aulas para ensino médio. Posteriormente fiz 3 meses de estágio em um pequeno laboratório de Analises Clínicas, até que me inseri em um grupo de pesquisa de Engenharia Ambiental como bolsista de iniciação cientifica, no qual fiquei por 2 anos ( quando conclui o curso de farmácia).

 

Foi fácil conseguir o primeiro emprego? Como surgiu a oportunidade?

 

O primeiro emprego foi fácil, pois na época existiam mais farmácias (drogarias) que farmacêuticos. Então, os donos de farmácia pegavam nosso contato no Conselho Regional de Farmácia e ligavam pra gente oferecendo emprego. E aí, cabia a nós selecionar o que parecia valer a pena. No entanto, o emprego que aparentemente vinha fácil, não valorizava muito o profissional. Geralmente era oferecido um salário abaixo do piso salarial proposto pelo sindicato da classe.

 

 

o que vc acha que falta ao jovem para enfrentar melhor o mercado de trabalho? Tanto como formação profissional, como psicologicamente? E por parte do governo? Falta iniciativa?

 

Falta iniciativa aos jovens para correr atrás de seus objetivos, falta a preocupação de ter uma boa formação profissional, falta interesse nos estudos e em coisas novas, falta empenho para realizar coisas úteis e práticas para a sociedade. Isto ocorre por que as pessoas hoje querem somente fazer “o feijão com arroz”, e pensam que sua profissão é para benefício próprio e não para o outro. Não se pensa em fazer o melhor para o outro, que provavelmente é cliente de seu trabalho. Penso que falta formação humana em nossas familias, nos ambientes em que nos relacionamos e também nas instituições de ensino. Aprendemos a ser técnicos, peritos em nossas atividades, mas sequer conseguimos trabalhar com a equipe da qual fazemos parte. Também penso que a medicina de trabalho hoje deve ser ainda mais atuante devido ao que a vida moderna nos exige, e ela poderia ajudar principalmente no campo da saúde mental, certamente, a produtividade aumenta quando temos funcionários felizes e bem motivados.

 

Pode nos contar um pouquinho o momento atual que está vivendo, profissionalmente falando?

 

Hoje, sinto que em minha profissão existe uma competitividade não sadia. Vejo pessoas que querem se realçar passando o outro para atrás, ou seja, as pessoas não se preocupam em fazer bem seu trabalho, mas se preocupam em tirar vantagens do outro. Vejo-me triste diante desta situação. Então resolvi me afastar um pouco das minhas atividades profissionais e fazer uma experiência nova, procurando contribuir com meus conhecimentos na área da Educação. Mas, também aí me frustro um pouco, por que dando aula para o ensino médio de escolas estaduais me deparo com um governo que não valoriza a educação ( desde a desvalorição do professor ao aluno - ambiente de trabalho, condiçoes físicas da escola, corpo docente insuficiente, salário, etc). Percebemos nitidamente que é interesse político não dar educação de qualidade para seus eleitores.

 

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Blogues relacionados:

Ulisses Wehby de Carvalho

Silveira  (cômico!)

Vocês viram? Aconteceu mais uma vez. A primeira potência mundial viu novamente estampada nos jornais do seu país uma tragédia envolvendo jovens, armas e pânico.

Um adolescente de 14 anos entrou numa escola em Ohio, EUA, atirou em 5 pessoas e logo após se suicidou.  Todas as vítimas ficaram feridas, mas até agora não se confirmou nenhuma morte.

Como bem disse em seu blogue, segundo Luiz Leitão, o desastre só não foi maior porque o atirador era jovem demais e provavelmente não conhecia bem o mundo das armas. O que deve voltar à tona, no entanto, é a discussão sobre o porte legal de armamentos por civis.  Acredito que mesmo que não erradique a ocorrência de tragédias como essa, a de Columbine ou a da VirgíniaTech, a proibição ajudaria e muito a minimizar o problema já que seria mais difícil o acesso às armas por parte dos jovens e adolescentes caso os pais não pudessem mais tê-las em casa.

Mas eu sempre me pergunto….qual o motivo que leva esses adolescentes e jovens a tamanha brutalidade? E por que a incidência tão forte desse tipo de tragédia nos EUA?

Não sei bem…mas acredito haver uma relação com uma sociedade de consumo cada vez mais desenfreada que, nessa busca incessante pelo ter, gera pessoas vazias de si mesmas, angustiadas pela falta de essencialidade, de ideiais em suas vidas. Isso leva ao desespero, à loucura, à falta de sentido e o retorno à barbárie, na qual o agir instintivamente sempre foi sinônimo de brutalidade.

“Free Burma”

Nauseabundos?

nau.se.a.bun.do 1. que causa náuseas; nauseante. 2. que provoca nojo, repugnante.

Andando por aí pela blogosfera, encontrei um texto de uma blogueira chamada Alice. O post dela tinha o título de Nauseabundos. Hum? Quê? Pois é…comecei a leitura pela curiosidade da palavra e de repente me dei conta que estava lendo algo completamente oposto ao que proponho no meu blog.

Ela começa o post dizendo uma coisa que é muito verdade. Todo mundo quer ser jovem! Mas depois começa a desenvolver a idéia de que cada dia que se passa as novas gerações estão cada vez mais nauseantes. E aí deixa rolarem soltas as críticas… Passa pelo sedentarismo, individualismo, falta de compromisso com o próximo, etc. E o pior sabe o que é? Não dá pra fechar os olhos e dizer que Alice está errada. Quase tudo do que diz é verdade! O problema, na minha opinião, é a praga do pessimismo, que faz os jovens criticarem, criticarem e não proporem mudanças.

Acho que o que acontece, Alice, é que a gente vê as coisas acontecerem diferentemente da forma com que aconteciam com nossos pais e acha que isso é uma catástrofe. Claro que muito, com certeza, como você diz, vem de uma inversão de conceitos, de uma perda de valores incalculável. O amor trocado por beijos, a exposição do corpo, a libertinagem, o prazer pelo prazer…Mas achei seu post um tanto saudosista demais sabe? Talvez porque eu ainda conheça e conviva com jovens comprometidos com a sociedade, talvez porque como diz meu amigo Barata, eu viva num mundo pink.

Mas por exemplo: você diz que o jovem não produz na frente de um computador, apenas exercita seu sedentarismo, perde a capacidade de oratória, omite-se perante o mundo. O que temos estudado na comunicação, no entanto, é que a interatividade dos jovens, principalmente, no ambiente online, tem contribuído para uma atuação em rede, para um ativismo político, diferente do que conhecemos, mas com repercussões muito positivas. A internet tem dado voz às minorias ativas, criado opinião e de acordo com algumas correntes teóricas, o debate a a formação de opinião caminham juntos com a formação de uma democracia plena.

Você também diz que o jovem não lê, é cômodo, não se interessa por filosofia. Não acho que é bem assim. As novas tecnologias não estão aí pra substituir as antigas formas de transmissão de conhecimento, mas para complementar, adicionar. Os jovens antes também não gostavam de escrever, hoje a blogosfera é o fenômeno que mais cresce no mundo. Antes era difícil ter acesso à música, hoje um baixa um cd na internet e grava cópias pros amigos. Antes, as discussões sobre Filosofia se limitavam as paredes da sala de aula, hoje as comunidades virtuais podem permitir que você comente sobre o assunto com pessoas do mundo inteiro.

Então, Alice, acho que antes de dizer que causamos nojo, generalizando algo que não é verdade, devemos centrar as nossas críticas nas nossas atitudes que estão erradas. Mas não porque o mundo estaria nos eixando assim, não porque a internet estaria nos individualizando, mas porque o mundo tem nos oferecido novas oportunidades e talvez não estamos sabendo usá-las da melhor forma. Não estamos utilizando as nossas forças para atuar na sociedade em conformidade com o desenvolvimento tecnológico.

Se você não coloca as mãos na terra pra plantar uma árvore, mas pode fazer o pedido a uma ONG online pra que faça por você…é diferente? É. É ruim? Não.

Como sempre escrevi demais…Mas é isso aí…Achei o post dela muito bem escrito, acabei concordando com quase tudo, mas não dava pra deixar de dar a minha opinião.

Pra mim, a juventude não é feia. É uma rosa. E rosas não existem sem espinhos.

Linkando!

Sexta passada o blogue à flor da pele, das amigas Mariah e Nádia, trouxe um post sobre o novo programa do Governo do estado que, em parceria com as secretarias de saúde e educação promoverá a conscientização dos jovens e adolescentes quanto à gravidez precoce. Achei interessante e resolvi falar a respeito também.

Já tinha visto alguma propaganda na televisão e escutado alguma coisa na rádio sobre essa campanha e algo que me chamou bastante a atenção foi a chamada para os pais, quase que clamando às autoridades familiares que dialoguem mais com os adolescentes, sejam mais próximos, mais amigos, conscientizem que essa fase da vida foi feita “pra ser filha e não mãe”.

As intenções desses projetos são sempre as melhores. O que me preocupa é que ao mesmo tempo que o governo diz que professores e profissionais já foram capacitados para dar a formação aos adolescentes, não especifica COMO essa formação será dada.

Eu realmente espero que antes de uma propaganda panfletária sobre métodos contraceptivos, eles abordem a importância do domínio sobre o corpo, os males que pode causar a busca pelo prazer desenfreado, sem propósitos, e o fato de que a sexualidade envolve antes de tudo uma doação de um para o outro e não simplesmente um uso de um pelo outro.

É que assim… é muito fácil explicar como se usam os tais métodos, mas muito difícil é criar mentalidade, cultura nova na cabecinha das pessoas. Se o programa tiver como metas realmente o diálogo com a família e a criação dessa mentalidade eu bato palmas, mas do contrário continuarei ressabiada quanto ao tipo de formação que darão à esses adolescentes.

No entanto, vamos reconhecer, já é um ótimo começo o investimento no assunto. Afinal, os dados que o à flor da pele nos apresentou são realmente alarmantes.

Jovem pessimismo

Dedico o dia de hoje a um post mais subjetivo. E vou escrever o tanto que quiser, ok?

A aula hoje de manhã passou de um discurso do tipo “só o professor fala” pra algo mais caloroso quando colocou-se em pauta ética e coerência. Não vou voltar a discussão, pois acho que já me deu muita dor de cabeça e à Cris também. Se são termos abstratos ou não, se um tem a ver com o outro ou não, essas coisas vocês se decidam…Meus princípios me dizem que preciso exercitar os dois e ponto.

O que mais me fez pensar no entanto, foi uma colocação feita pelo meu amigo Barata.

Não conseguirei repetir exatamente o que ele disse, mas uma das coisas foi que se admitia uma pessoa pessimista e que o sistema que a gente vive é muito mais forte que a nossa vontade de fazer as coisas certas e que sempre vamos acabar nos corrompendo pra não perder um emprego, pra manter um status ou ganhar dinheiro (Barata, me desculpe se não foi exatamente isso…você tem direito à réplica oks?)

De repente, olhei a minha volta e vi que, na verdade,  estava rodeada de pessoas, e pessoas jovens, não só ali da minha sala, mas de uma forma geral, que também não acreditam no potencial de mudança que cada um pode ter diante da sociedade. Será que é por isso que o mundo não muda? De quem é a culpa? Dos meios de comunicação que só passam desgraças?

Será que se nós começarmos a acreditar que podemos fazer a diferença e formos substituindo os maus profissionais do mercado, um pouco do que vivemos não adquire proporções mais cheias de ética e coerência?

Li um texto ontem sobre blogues do Giuseppe Granieri e ele dizia que reputação a gente constrói a longo prazo. Uma situação “errada” pode parecer vantajosa agora, mas quando descoberta pode arruinar com uma vida em segundos. Já o que pode parecer desvantagem ao recusar algo em nome da sua reputação, pode lhe proporcionar saldos muito positivos depois.

Portanto, Barata, uma coisa que gostaria de ter dito na sala hoje, e não consegui pois fiquei pensando no pessimismo, é essa: pode ser que hoje você tenha que perder um emprego por não aceitar compactuar com uma injustiça ou corrupção, mas aos poucos a sua dignidade como pessoa vai sendo construída e não me restam dúvidas de que um dia o seu esforço por manter-se “coerente” será reconhecido e emprego é o que não lhe faltará.

O que a gente não pode é continuar compactuando com o pessimismo. Não adianta nada reclamar, se você não estiver disposto a ocupar o lugar de quem faz errado pra fazer o certo. A justiça se estabelece no relacionamento que você estabelece com o seu vizinho.

Bom…vou parando por aqui, porque daqui a pouco o Raphael vem dizer que o post está “gen” demais…

Achei uma reportagem muito bacana hoje no jornal A Gazeta.

Dando continuação à Semana Nacional do Trânsito, o jornal trouxe uma matéria sobre a fundação gaúcha Thiago Gonzaga que está convocando jovens voluntários aqui em Vitória para trabalhar no Projeto Vida Urgente.

O trabalho consiste em convocar jovens que queiram ser voluntários durante as noites na cidade coversando com outros jovens sobre os perigos no trânsito. Há também a promoção de workshops e cursos de formação. Esses voluntários geralmente já sofreram grandes dores por causa de acidentes com familiares, amigos e parceiros.

Tudo começou quando um menino de 18 anos perdeu a vida num acidente de trânsito em Porto Alegre-RS. Os seus pais, decidiram então iniciar uma fundação (que leva o nome do filho) em prol da conscientização dos jovens no trânsito. No Rio Grande do Sul são mais de 8 mil voluntários e a fundação tem sedes em mais sete estados brasileiros, incluindo o ES.

O Detran já tem 90 inscritos para os trabalhos que devem começar no início de 2008. Os mais interessados são os jovens na faixa etária de 14 a 24 anos.

Acho que vale a pena conferir e tentar ajudar de alguma forma.

O projeto produz algumas campanhas publicitárias também. Quem quiser conferir alguns vídeos basta fuçar o site da fundação.

Quem quiser, pode se inscrever no Projeto Vida Urgente no site do Detran  , pelo telefone 3315-1597 ou na sede do órgão localizada na Reta da Penha próximo à Emescan, em Vitória.

O Jovem e o trânsito

No príximo dia 24, em comemoração pela Semana Nacional do Trânsito, que este ano traz como tema “O Jovem e o Trânsito”, o governo do estado, em parceria com o Conselho Nacional do Trânsito promoverá uma manhã de formação para jovens sobre o assunto. As palestras acontecerão no Centro de Convenções de Vitória, das 8:30 às 12:30. Um dos convidados aguardados é o renomado antropólogo Roberto daMatta.

Parece que vai ser interessante. Estou querendo comparecer pra poder contar pra vcs, dps!

Tentei arranjar o folder na internet, mas não consegui…

Abcs!

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Na última vez que estive em São Paulo, estava conversando com um amigo e tive muita vontade de entrevistá-lo pra mostrar pra vocês, no mínimo, um exemplo de como tendo os nossos 20 e poucos anos podemos fazer de tudo um pouco nessa vida!

Cristiano Bordoni tem 23 anos, 1,95 (e meio) de altura, faz Esporte (antes que perguntem, não é o mesmo que Ed. Física) na USP, dá aulas de tênis e compete pelo time de vôlei da Universidade. Nas folgas e nas férias trabalha no projeto social que a família mantém em São Mateus-ES e uma grande meta para o futuro é levar pra frente essa iniciativa.

Por incentivo do pai, há algum tempo começou a investir na Bolsa de Valores. É isso mesmo, ele faz Esporte e gosta de economia! Em Julho de 2006 começou a ler um livro básico com explicações sobre a bolsa de valores de modo bem simples. A partir daí o interesse aumentou e começou a a fazer cursos e ler livros mais complexos sobre o assunto.

- Durante o percurso aprendi várias formas diferentes de analisar a bolsa, estratégias de operação, controle de risco, experiências de quem já está no mercado… e continuo até hoje, cada vez aprendendo um pouco mais, descobrindo coisas novas e descobrindo a melhor estratégia para mim, afirma.

De acordo com Cristiano, em vários outros países é comum ensinar aos jovens desde cedo sobre o mercado financeiro e investimentos nas bolsas de valores. Mas atenta que no caso do Brasil, seria importante que o jovem aprendesse primeiro educação financeira geral para saber administrar e poupar o que ganha.

-Depois disto a bolsa pode ser um tema interessante a ser trabalhado. O número de pessoas aplicando na bolsa do Brasil está cada vez maior, mas infelizmente a maioria das pessoas não está preparada e não faz idéia dos riscos que corre ao investir neste mercado de renda variável.

Obrigada Cris! E boa sorte!

Algumas dicas dele pra quem se interessar no assunto:

Site da Bovespa

O Homem mais rico da Babilônia 

A SABEDORIA DOS TEMPOS NA CONQUISTA DA RIQUEZA 

Bem-Vindo à Bolsa de Valores: para Iniciantes   

Má notícia

Estava navegando pela internet lendo algumas notícias e acabei encontrando uma má notícia para os jovens brasileiros.

O ministro da Educação acabou de afirmar que a ampliação do acesso ao Ensino Superior no Brasil, com projetos como o ProUni e com a construção de novas universidades federais, deveria ter aumentado a qualidade do ensino médio.

Mas isso não aconteceu. E agora o governo vem nos dizer que a educação vive uma “crise aguda”! Vamos combinar, eles foram os últimos a saber, né?!

Agora a proposta é encher os municípios de escolas federais. E aí a gente continua esperando, esperando, esperando pra ver se o ensino mais técnico vai dar certo, se eles vão voltar pra dizer que a crise está agudíssima, ou vão enfim pensar em projetos mais sérios que envolvam investimentos na qualificação e aumento dos salários dos professores, por exemplo.

Fonte: Folha Online 

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